





| O que dizem sobre mim |
Originário do Sopé da Serra do Araripe, da cidade de Araripina. Um cacife já valoroso, que marcha célere para o mundo da consagração popular, levando bem longe o nome do nosso rincão Sertanejo. Cacá Lopes encontrará espaço por legitimidade, pela seriedade do seu trabalho, por sua índole. É um pragmático da paz, um resplandecente da causa Nordestina a reluzir pelos rincões do solo Brasileiro. A alegria matuta do Trio Nordestino e a sanfona mágica do Velho Lua, em meio aos causos e histórias de trancoso do Coroné Ludrugero. >Um dos raros exemplos de artista completo, que investe a sua arte nas raízes da cultura popular, sem jamais ter prostituído o seu talento em troca da fama momentânea e do mero vil metal. Cacá Lopes é um desses artistas inesquecíveis que, ao passar por nossas vidas, tem o condão de nos marcar para sempre o que ele sabe fazer de melhor; a música. Cacá Lopes é diverso e atinge corações. Sua música serena ou turbulenta, clara ou escura, mas invariavelmente generosa, rega com som e poesia o maltratado coração urbano. É um vencedor. Não espera acontecer, ele ultrapassa, supera limites, os seus e dos outros. Une a magia da arte àquilo que o povo busca, como se lesse nos corações da platéia, aquilo que desejam transmitir. Cacá Lopes é um valente dos tempos modernos, cuja única arma consiste em um inseparável violão. Driblou uma paralisia e inventou um jeito especial de tocar violão. Incomparável. Não segrega, une. As vezes transparece o cidadão engajado, gritando; A terra é Nossa, em outro momento é menino, brincando num trava-linguas, o que é que Cacá quer? Cacá Lopes tem juízo, e por ter juízo sabe muito bem o quão malévolo é quase sempre o diacho do modismo ou sucesso fabricado a toque de caixa pelos barões da indústria de consumo fácil. Cacá Lopes, expoente de valor e entusiasta da cultura popular, levando conhecimento do nosso folclore na maior Metrópoles da América Latina. A violência das fronteiras não intimida o vôo de Cacá Lopes, batizado a sol e terra no Sertão Pernambucano e criado na marcação dos berimbaus que seu Pai, mestre Elpidio, fazia artesanalmente. Seu trabalho aborda a riqueza da Literatura de Cordel. Cacá Lopes com sua música, com sua arte, diverte e transforma. Pernambucano de nascença e Paulistano de coração, Cacá rega com som e poesia o maltratado coração humano. Cacá Lopes, não esconde suas raízes musicais Nordestinas, ressalta bem o Sertão em sua obra, em uma de suas músicas bem animadas, todo mundo canta o forte refrão, O Que é que Cacá quer? A arte mostra a fantasia para pensarmos a vida, a realidade. Cacá Lopes, é parte do que temos de mais belo e importante, o nosso material humano, nossos humanistas que sempre amaram o Brasil. De Pernambuco, o lugar onde nasceu, o músico absorveu as influencias de Luiz Gonzaga, nos temas ligados à vida na Caatinga Nordestina, e de Raul Seixas, no seu aspecto mais crítico e de protesto. Respondendo ao preconceito com talento, para superar as discriminações impostas pela sociedade, aos que não atendem aos modelos estéticos por ela instituídos. Cacá Lopes é aquele menino que ri, que sonha e que brilha. É antes de tudo, um fruto do Sertão Nordestino. Autodidata na música, o Violonista e Poeta já percorreu a maioria dos Estados Brasileiros, mostrando, de forma original, sua arte, uma mistura temperada de lirismo e muita poesia. Seu som lembra Gonzaga, vive Patativa e revive Monteiro Lobato. Superou todas as barreiras em razão de um problema físico no braço esquerdo, e mostrou que com esforço e boa vontade, pode-se, às vezes, realizar o que consideremos impossível. Cacá Lopes desenvolveu uma técnica especial, onde o seu violão fica apoiado no colo e, só com uma das mãos, a direita, consegue tirar todas as notas musicais, possíveis aos mortais. Continua tocando em frente e buscando atingir, com sua arte, a plenitude do ser humano, deixando em cada Vilarejo, Cidade e Capital, o seu nome marcado na mente e no coração das pessoas. Conheça melhor esse Arretado que inventou um método único pra debulhar sua Viola, e encantar a moçada da Periferia de São Paulo, com seu som e sua força de vontade. Cacá Lopes, poeta popular da nova geração, morador da Zona Leste de São Paulo, ganha a ida declamando poemas próprios e do seu ídolo Patativa do Assaré. É parte integrante dessa corrente energética que se renova todo dia, é um instrumento novo na MPB. Cacá Lopes, encantou a todos os Alunos e Professores, com a força de sua arte, nas festividades da Semana do Folclore, realizada nesta Unidade Escolar. É um nome que cresce e aparece, no Cenário da Cultura Popular. Na sua obra, unifica Música e Literatura de Cordel, enriquece e encanta milhares de Estudantes País afora. Cacá Lopes é, acima de tudo, um vitorioso. Sua grande vitória, (após seu próprio nascimento), foi ter ultrapassado uma limitação física, levando a desenvolver uma técnica ímpar de tocar violão, somente com a mão direita. |
| A história de Itaquera em Cordel |
Itaquera – Zona Leste Viajando na história Itaquera é pedra dura |